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Dia das mães 2021

Carrego em mim a energia de muitas mães que vieram antes de mim. Em cada célula minha, há um pouco do material genético e cultural de mulheres que, por motivos diversos, tiveram filhos, e por isso aqui estou. Algumas por escolhas, outras por imposição de uma cultura que tanto condena aquelas que não tem filhos. As mães de minha família abriram mão de muitas coisas para que eu fosse o que sou hoje. Minhas avós e minha mãe não fizeram faculdade, nem nunca tiveram emprego fixo, mas se viraram para ter renda extra como puderam. Mesmo trabalhando, ainda cuidavam da casa e dos filhos sem ajuda adicional. Enquanto éramos pequenos, não lembro do meu pai nos ensinando tarefa, nos dando remédio, fazendo festas de aniversário do zero (incluindo os salgadinhos, docinhos e decoração) ou cozinhando os almoços de domingo. Minha mãe não se arrepende (ao menos ela fala que não 😬), mas eu vejo nos detalhes o quanto maternar mudou a vida dela. Se tornar mãe não é somente parir e amar uma criança, mas um...

02 de maio de 2021

Hoje, encerram 122 dias de 2021. O que foi feito até aqui? Confesso que entrei no ano de 2021 sem muitas expectativas, sabe? Essa pandemia tirou muito da minha capacidade de fazer planos. Daqui a 13 dias, por exemplo, seria minha festa de casamento, mas adiamos para 2022. Foi o jeito. Apesar dessa desesperança geral, uma coisa ficou forte nesses meses de pandemia: minha vontade de fazer melhor por mim mesma. Vejo isso como um grande ganho! Se há uma coisa que podemos fazer sem medo de ser feliz, essa coisa é cuidar de nós mesmos. No início de 2020, escrevi 04 metas simples, que serviriam de norte para minhas escolhas naquele ano: 1. Parar de roer unhas 2. Autoconhecimento 3. Corpo saudável 4. Mente saudável Escrevi isso no bloco de notas do meu celular e segui a vida. Começou a pandemia e, de vez em quando, eu revisitava esse arquivo. Aos poucos, fui me dando conta de que eram escolhas simples, do cotidiano, que traziam essas metas para algo atingível. Isso permaneceu na minha cabeça.....

O que restou da criança que fui?

 Tenho muitas lembranças da minha infância. Minha lembrança mais antiga é de 1990, após o nascimento de meu irmão do meio. Eu devia ter uns 2 anos e meio, e me recordo de minha mãe amamentando-o em uma cadeira de balanço, no canto da sala. Observando aquela cena, minha mãe me ofereceu o peito também e, de pronto, eu soltei um "eca". Mamei no peito de minha mãe até os 4 meses, segundo ela conta. A chupeta, que era minha fiel companheira, larguei no dia em que minha mãe insistiu para que eu trocasse por uma nova, pois a que eu usava estava muito gasta. Preferi ficar sem, a usar uma nova. Podei, muito cedo, minha intempestividade e espontaneidade. No meu aniversário de 5 anos, eu corri e tomei das mãos dos convidados os MEUS presentes. Afinal, para uma criança de 5 anos, os presentes eram as coisas que mais importavam na sua festa. Isso me custou uma represália de minha mãe, que com veemência falou que isso era "falta de educação". Nunca mais esqueci, e por poucas veze...

Pandemia COVID-19: parir no SUS.

Sou obstetra e trabalho no SUS. Desde o início de 2020, temos vivido diversas mudanças em nossa rotina hospitalar devido aos cuidados com pacientes suspeitas de infecção pelo novo coronavírus. Essas pacientes devem ficar isoladas, e os profissionais de saúde que as atendem devem usar EPIs (equipamentos de proteção individual) para se protegerem. Cuidar de mulheres grávidas, para mim, tem sido um constante exercício de empatia, pois boa parte do que eu aprendi na minha formação acadêmica é violento, então preciso (re)aprender o tempo todo. As gestantes que buscam atendimento em emergência obstétrica tem uma queixa bem comum: dor. Muitas vezes, são dores que não tem uma causa tratável ou que aliviam com medicação. Muitas vezes, a conversa, o acolhimento, o toque suave e o sorriso já trazem o alívio necessário. São mulheres que estão bastante vulneráveis, por diversas questões. Imaginem, então, pessoas grávidas, com a vulnerabilidade já presente na gestação, apresentando sintomas que poss...

Retomando...

Tenho estado bastante pensativa nas últimas semanas. Estamos passando por uma pandemia há cerca de 12 meses, e isso tem me feito mergulhar em águas profundas, andar por terrenos nunca antes desbravados, respirar ares que novos. Estou me descobrindo e isso me assusta. Pois sim: com quase 33 anos, me deparo com alguém que não sei direito como lidar. Surgem dores em meu corpo que não sei de onde vêm, lesões de pele esquisitas, devaneios, ideias. Muitas ideias! Me sinto ansiosa como nunca antes me senti. E o pior: não acho que esse é um problema novo. Na verdade, tudo isso já estava em mim. Sempre esteve! Porém, me parece que veio tudo à tona, junto e misturado, em um ano de pandemia. Feliz sou porque já vinha me preparando psiquicamente através de psicoterapia. Se assim não fosse, nem sei como estaria lidando com tudo agora. Ou talvez até estivesse melhor, pois estaria anestesiada e o que não se sente, não se sofre. Venho acessando lembranças bem interessantes, sabe? Agora, por exemplo, r...

pediatria.

O internato do curso de medicina nos dá a oportunidade de passar, durante quatro meses, pelo serviço de pediatria. Em dezembro, estarei no meu último mês desse serviço, mais precisamente na neonatologia, mas já posso, contudo, relatar algumas das minhas impressões a cerca desses meses de experiência. Em primeiro lugar, a constatação óbvia: pediatria não é para mim. Crianças são bonitinhas, fofinhas e cuti-cuti, e por isso morro de caducá-las, mas prefiro devolvê-las às mães em poucos minutos e não ter nenhuma responsabilidade sobre aquelas coisinhas tão bonitinhas, fofinhas e cuti-cuti. São perfeitas, até o momentos em que choram ou ficam doentes. Então, no way. Em segundo lugar, a constatação mais triste: as mães não sabem mais criar os filhos. Gente, o que é isso? As crianças de três anos- eu disse TRÊS - determinam que o jantar será pizza e que no almoço terá coca cola e os pais obedecem. E pior, chegam na consulta dizendo: "meu filho só come besteira, doutora".  É? En...

um pote de conselhos.

quando se ama de verdade, você é livre, leve, feliz e generoso. se algum desses sentimentos lhe falta, reveja esse amor. ser humilde é a maior virtude do homem. a melhor religião é aquela que te faz melhor. Deus está em tudo e em todos, basta você querer enxergá-lo. amigos são irmãos que escolhemos. problemas existem para nos tornar melhores, e não para nos destruir. o ponto está em ver o lado bom de tudo! sorrir é o melhor remédio para os piores males. aproveite seu dia para construir algo de bom pelo mundo e pelas pessoas que estão ao seu redor.

tempo.

Lembro que quando eu era mais nova ficava encantada com o passar das horas. Loucura? Não. Eu pensava: agora são 6h da manhã, não sei o que viverei nesse dia, mas no final pensarei em tudo o que vivi como uma lembrança. Acredite: isso me encantava demais! Virou, por um tempo, algo como uma mania, pensar nas coisas dessa forma.  Esse texto não é para falar sobre essa época da minha vida. Na verdade, só foi uma singela introdução desse tema que, pelo visto, já toma meus pensamentos há alguns anos: O Tempo. O tempo é remédio para as nossas dores, é cimento para nossas conquistas, é alívio para as aflições, é consolo para as perdas. É a engrenagem do mundo, que transforma nosso futuro em presente e presente em passado a todo instante, bem diante dos nossos olhos. E poucas pessoas pensam sobre isso. Não é desesperador pensar que cada minuto vivido é único? Que nunca, jamais, haverá outra chance de refazer AQUELE minuto no qual tudo mudou, como diz a música?  Diante da nossa pres...

sem título. (*)

"Fui criado com princípios morais comuns. Quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos, eram autoridades dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder de forma mal educada aos mais velhos, professores ou autoridades… Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade… Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror… Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos. Por tudo o que meus netos um dia enfrentarão. "Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Pagar dívidas em dia é ser tonto… Anistia para corruptos e sonegadores… O que aconteceu conosco? Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossa...

fragilidade.

Hoje cheguei à constatação de que as pessoas são frágeis. Não fracas, frágeis, já que é possível alguém ser forte e ao mesmo vulnerável aos percalços da vida. Pois bem, sou uma pessoa assim. Dramática demais, romântica demais, fresquinha demais. Não, não sou grudenta, tampouco ciumenta ou outros "-entas" que se possa invetar por aí. Só sou sensível. E acredite, esse "só", sozinho, já me causa grande estrago. Não quero entrar em maiores detalhes sobre o que me faz refletir sobre isso. Foi algo como... sabe aquela coisa bem Clarice? De perceber o sentido da vida em um fato besta do cotidiano? Foi algo assim. Percebi, então, que é necessário ser sensível sem ser fresca, porque me machuco com essas frescurices. Não é algo que depende de uma mudança da forma como as pessoas me tratam, mas é algo que tem de partir de dentro de mim. Assim, cresço e me torno melhor. Bom dia!

vontade de escrever.

nem sei direito o que quero escrever, só sei que me deu uma vontade enorme de digitar alguma coisa. minha vida tem sido tão intensa e tão feliz, que às vezes nem eu mesma acredito que tudo possa estar dando tão certo. é em momentos como esse que percebemos quão belo é viver! já não sinto medo... sinto-me pronta pra receber o que me for oferecido! quero sorrir, brincar, chorar, gritar, amar bastante e viver! boa semana a tod@as! ^^

gratidão.

Sou grata, meu Deus, por cada ponto de luz que o Senhor tem colocado em minha vida.  O Senhor conhece meu coração e sabe o quanto eu agradeço por tudo. =)

amor.

Amor. Confesso estar me sentindo meio audaciosa por pretender escrever algo sobre ele, mas tentarei. A sensação que tenho, na verdade, é a de um paradoxo: algo muito simples e bastante complexo, que te leva ao céu e te deixa em um inferno, mas que te conforta e te angustia. Ou não. Será mesmo que o amor angustia e/ou leva ao inferno? Ou seria isso uma versão patológica do amor ideal? Será que amamos errado?  Não sei, mas acho que é provável. Nem sei se já amei. Sei que disse eu-te-amo algumas vezes, mas não se realmente amei.  Temo que ter a certeza de que se amou alguma vez seja algo retrospectivo, algo como  pensar em todos os eu-te-amos já ditos na vida e colocá-los em uma escala de intensidade. Talvez daqui a um tempo, em meu leito de morte, eu possa dizer: "é, amei alguém", mas sem ter tido a oportunidade de viver com esse alguém esse amor que senti. Será? Será que é algo tão injusto assim? Não pode ser... No fundo, ainda acredito em poder um dia ter a certeza de e...

partos.

Não é de hoje que tenho meus encantos por partos, e também nem lembro exatamente quando foi que isso começou. Parir e, consequentemente, tornar-se mãe é, na minha opinião, poder atingir o máximo da feminilidade, e sinto-me orgulhosa por ser mulher e um dia, quem sabe, poder viver esse momento.  Infelizmente, há muita coisa errada na forma como se tem encarado o parto, seja o vaginal, seja o cesariano.  Desde o século passado, uma série de conceitos e valores distorcidos acerca desse assunto foram estraçalhando tudo o que a natureza sabiamente construiu para que mulher e filho tivessem a garantia de um parto seguro.  A medicina, minha doce medicina, foi a maior culpada por isso.  Os médicos têm esse defeito (ou qualidade, dependendo da forma como se vê) de querer garantir que nada saia do controle. E o parto, é bom esclarecer, não pode se encaixar em uma linha que jamais sai do controle. Cada mulher desenha sua linha de parto. Cada mulher tem seu tempo, sua dor, seu...

ser sincero.

Sincero. Adj. 1. Que é verdadeiro e espontâneo. 2. Que exprime só o sente e pensa. 3. Que traduz o que sente no coração. 4. Cordial. 5. Verdadeiro. 6. Leal. 7. Natural. Adjetivos, até onde sei de meu parco conhecimento em língua portuguesa, são elementos gramaticais que devem qualificar um substantivo. As pessoas, quando citadas em frases, assumem papel de substantivos, e por isso podem ser qualificadas por adjetivos. Pessoas sinceras. Essa é, portanto, uma construção gramaticalmente viável. Temos um substantivo e um adjetivo perfeitamente colocados, em uma oração, convenhamos, bastante simples. Simples... Pois é, na realidade, a vida nos ensina que não se trata de uma oração tão simples. Todos os dias somos bombardeados por inúmeros fatores que nos limitam a agir com nossa total sinceridade. Temos medo de ferir, de desagradar, de expor ao mundo aquilo que pensamos sem a máscara da falsidade. Deixar de ser sincero, contudo, é deixar de ser verdadeiro, espontâneo, de exprimir o que ...

convívio social.

Tenho observado coisas. Muitas coisas. Dentre elas, as pessoas. Minha nossa, como as pessoas são difíceis. O convívio social tem se tornado um desafio diário cada vez pior, para mim. Não sei se os tempos é que estão ficando mais difíceis ou se são as pessoas mesmo, mas algo de errado tem que haver. São frescurinhas, disse-me-disses, fofocas, falatórios, caras feias, falsidades, lenga-lengas. Um instinto de querer prejudicar o outro que não entra na minha cabeça. Pra que tudo isso, minha gente! Como já dizia um filósofo de botequim amigo meu, "a vida é bela, as flores são amarelas e tudo depende da flexibilidade do rabo do jacaré". ¬¬' ... OK. Tenho que admitir que a filosofia não é lá das melhores... hehehe Mas o que quero dizer é que tudo pode e deve ser mais simples. Na minha humilde opinião, isso torna nossos dias mais leves e felizes. É bom ajudar o outro, ser cordial, agradecer e ser gentil. O mundo tem estado pobre dessas atitudes nobres. Gosto de plantar nos me...

ares novos.

O cotidiano é algo que impregna a gente, nos torna mais pesados e difíceis. E falo isso como alguém que vive isso na pele, ou melhor, no cotidiano. Tenho sempre as mesmas obrigações, nos mesmos lugares e geralmente com as mesmas pessoas. Isso torna meu cotidiano por vezes enfadonho e sacal. Por consequência, me torno uma pessoa pesada e difícil. Quando fico assim, sou chata, sou impaciente, sou grossa, sou INSUPORTÁVEL! E me sinto muito mal por isso, pois normalmente sou doce, educada, etc. e tal. Mamãe me criou assim, e acho que nunca mudarei. Mas voltando pro tema do texto, tenho procurado tomar algumas atitudes com o objetivo de melhorar esse meu humor, os quais descreverei agora. Primeiro: comer mais frutas e verduras. Sim, isso mesmo que você leu! Não sei bem porque, nem sei se há casuísticas comprovando isso, mas dizem que comer mais verduras ajuda a reduzir as toxinas do corpo, melhora o hábito intestinal e por isso nos deixa mais felizes o//. Então, não custa nada tentar,...

diálogo.

(enquanto isso... na parada de ônibus.) - Psiu, ei! - disse para a pessoa que passava distraída. - Eii, tudo bom? - Tudo, e com você? - Tudo ótimo! - Que bom... (pausa) E aí? - Pois é... vou indo. E a família, tá boa? - Tá, tá... só as mesmas coisas, né? - Sei...  - E tá fazendo o que por aqui? - Ahh, tava só passando mesmo... (outra pausa) - Sei... então tá tudo do mesmo jeito, né? - É... pois é... - Pois é... - Hummm... (uma loooooooonga pausa...) - Pois vou indo... Bom te ver, viu? - Também. Bora marcar alguma coisa, né? Faz tanto tempo... - Claro, claro... Te ligo, viu? (¬¬') - Tá certo! Até mais. - Até!

sexta-feira

Pessoas queridas, hoje é sexta. Sexta-feira é um dia estranho, sabe? É aquele dia no qual você normalmente concentra todas as suas expectativas da semana! Quando vc tem uma semana é trash, na qual você trabalha/estuda pra caramba, no íntimo sempre fica aquela expressão clássica: "Ahhh, mal vejo a hora de chegar sexta!" Aí você se concentra nisso, lembra desse momento feliz a cada suspiro e vive a semana em função desse objetivo: A SEXTA!!! E então a sexta, finalmente, chega! =) ÊêÊEêÊÊ, que feliiiiiiiz! Ebaaaaa! Uippiiiiiiiii! Uhuuuuuuu \o/ ... ... ... Pois é... E aí? ... E aí... NADA! Estou em casa, de pijamas, morta de cansada e sem coragem para absolutamente nada, muito menos sair ou fazer qualquer coisa diferente! E sabe por que eu estou em casa de pijamas, morta de cansada e sem coragem para absolutamente nada? Porque minha semana foi trash e trabalhei pra caramba! Simples assim! =) #prontofalei

aberta a temporada chuvosa.

Comprei um guarda-chuva novo. Meu guarda-chuva é marrom, pequeno e "fuleragem". Fuleragem porque eu comprei no tiozinho que tem uma barraquinha em frente ao hospital; pequeno porque ele deve caber na minha bolsa, ainda que minha bolsa seja gigante; marrom... bem ele é marrom porque eu não tive escolha! =/  Comprar um guarda-chuva é algo meio que ritualístico pra mim, como se fosse um sinal de que a temporada de chuva realmente começou. E quando eu falo CHUVA falo CHUUUUUVA mesmo! Daquelas que alagam tudo e fazem a cidade ficar um caos! Lembro, inclusive, que ano passado não comprei guarda-chuva, o que significa que o "inverno" não deve mesmo ter sido muito bom. Pois bem. Chuva é um problema pra mim, pois, para o meu cérebro, chuva implica uma matemática simples, veja: CHUVA = MEU QUARTO + MINHA CAMA + 2 LENÇÓIS + LUZES APAGADAS Contuuuudo, estou interna. Estar interna quer dizer que preciso ir ao hospital todos os dias, faça sol e, para tristeza geral da...